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Anderson Ferreira: Foco, Força e Fé

Anderson Ferreira Rodrigues começou jovem na política, atuando como militante na ala jovem do PR (Partido da República) e sendo presidente do diretório estadual do partido. Seu primeiro teste nas urnas aconteceu em 2010, enfrentando a difícil disputa de se eleger deputado federal. Com o êxito de sua atuação na câmara, se reelegeu para o segundo mandato com o triplo de votos obtidos na primeira eleição.

Assim, com o legado que galgou, em 2016 venceu a disputa em segundo turno, para a Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, segundo maior município de Pernambuco, com 171.057 votos. A vitória veio como a consolidação de uma carreira política de sucesso veloz. Ligado à comunidade evangélica, conquistou projeção nacional como o autor do Projeto de Lei 6.583/13, que criou o “Estatuto da Família”, com a finalidade de normatizar políticas públicas em áreas essenciais, como saúde, educação, segurança e assistência social. Bastante atuante em Brasília, participou de várias comissões na Câmara dos Deputados e também foi vice-líder do bloco composto pelos partidos PR, PTdoB, PRP, PHS, PTC, PSL e PRTB.

Em pouco tempo de gestão, Anderson vem implementando uma série de mudanças em Jaboatão dos Guararapes. Sua administração tem tocado vários projetos em áreas como educação, saúde e infraestrutura, além de ter promovido um ousado corte nas secretarias municipais para apenas 7, fora o corte de 40% na nomeação de comissionados, e redução de 33 para 24 secretarias executivas, o que gerou economia para os cofres públicos do município. Utiliza seu próprio veículo, e os secretários não dispõem de carros também, só a serviço. Casado e pai de três filhos, aos 44 anos mantém a tradição política de sua família, iniciada por seu pai, o ex-Deputado Estadual Manoel Ferreira. Num momento conturbado da política, em todos os âmbitos, se faz importante ouvir lideranças de destaque para que se saiba o que elas têm a dizer sobre a atual situação de Pernambuco e do Brasil.

Nesta entrevista à Paradigma, o Prefeito também aproveita para fazer um balanço de sua gestão até o momento, e conta sobre os próximos projetos que sua administração visa executar. Uma entrevista de prestação de contas, de reflexões da situação política atual, mas também de revelações sobre sua trajetória pessoal.

Manu Asfora – Prefeito, qual o balanço que o senhor faz até o momento de sua gestão?
Anderson Ferreira – Nesses meses de gestão, nós temos feito alguns avanços que a população do Jaboatão vinha cobrando de gestões passadas. Nosso foco foi principalmente a área social. Investimos na educação, na saúde, duplicamos o número de creches. Encontramos quatro creches em Jaboatão e hoje são oito, com mais cinco em construção. O município possui 40% das mulheres donas de casa que sustentam os lares, então elas tinham dificuldades de deixar as crianças por conta dessa deficiência de creches no nosso município. Hoje temos mais creches, o que vai melhorar essa situação. Então, o balanço que fazemos é muito positivo, diante do que foi encontrado, com as correções que teremos que fazer, ao longo destes quatro anos de mandato. E já iniciamos.

MA – Em 2016 o fato da eleição municipal ter sido bastante disputada (chegando ao segundo turno) lhe trouxe uma responsabilidade ainda maior neste começo de mandato?
AF – A nossa proposta na campanha era de “compromisso com a mudança”. Essa responsabilidade, nós trouxemos da campanha, e estamos colocando nesta gestão. Nossa eleição foi através da confiança que o eleitor do Jaboatão nos colocou. A população queria mudança. Tivemos o discurso da mudança e a estamos implementando, e essa responsabilidade vem sendo colocada para toda a equipe. Todo secretariado e as pessoas que trabalham na prefeitura, estão empenhadas em fazer uma gestão diferenciada, que atenda aos anseios e pleitos da população.

MA – Estamos pela primeira vez entrevistando um prefeito. E mais, um que não é da cidade de origem da revista. O fatode sua gestão estar em evidência em outras cidades vizinhas pode provocar uma mudança de planos futuros?
AF – Nosso foco é a administração. O compromisso é implementar uma gestão exitosa, moderna, transparente e com bastante ética. E é isso que estamos colocando. Mais adiante, acredito que nossa gestão será reconhecida pela população. E este é o nosso principal objetivo.

MA – Tão pouco tempo e com tantos projetos já em execução, como por exemplo, na educação, onde você lançou o sistema de frequência facial nas escolas. Como é este sistema e como surgiu esta ideia?
AF – Ele surgiu da necessidade de oferecer segurança aos pais e alunos, e como um meio de buscar eficiência e economia na área da educação. Quando a criança ou o jovem entra na escola, se dirige à máquina, então, aparece a foto do aluno. A presença já é registrada. O professor não precisa mais fazer a chamada na sala de aula, e isso traz um ganho de tempo, porque na chamada oral o professor perderia de 15 a 20 minutos.

NÓS TEMOS FEITO ALGUNS AVANÇOS QUE A POPULAÇÃO DO JABOATÃO VINHA COBRANDO DE GESTÕES PASSADAS. A POPULAÇÃO QUERIA MUDANÇA. TIVEMOS O DISCURSO DA MUDANÇA E ESTAMOS A IMPLEMENTANDO.

E este tempo passa a ser revertido para o conteúdo da aula. Quando o número total de alunos é registrado na escola, a merendeira já sabe quantos alunos tem e vai fazer a merenda de acordo com a quantidade. Isso gera economia. Se por acaso o aluno não comparece depois que os portões são fechados, o próprio sistema lança uma mensagem de SMS para o telefone dos pais, para comunicar que aquele aluno não esteve presente. Isso traz segurança. São ao todo 16 módulos que este programa oferece, desde o acesso aos boletins, até os dados de Bolsa Família. Todo um sistema dentro deste programa de frequência facial, que vai além do registro da presença do aluno na escola. Outro programa que foi lançado na área da educação é o “Educação Inclusiva”, é um programa que pode ser usado tanto na residência do aluno, quanto na sala de aula. Lançamos o programa com um aluno do Conjunto Marcos Freire, que tem dificuldade de locomoção. Não pode ir para a escola e nem consegue escrever. Foi montado um sistema de computador na casa dele e outro sistema na escola, Escola com uma lousa digital, câmeras na sala de aula e na residência do aluno. Ele assiste a aula de casa, como se estivesse na escola. Um monitor fica na sala de aula onde aparece a imagem do aluno. E ele se comunica diretamente, tanto com o professor, quanto com os colegas de sala, interagindo com todos. Ele pode responder perguntas do professor e participar de estudo em grupo. Queremos que o aluno não se sinta excluído e esteja incluído na sala de aula. É um projeto pioneiro no Brasil, ganhou um prêmio nacional. Vale ressaltar que o projeto foi criado pelo Instituto Hands Free, que é do Jaboatão dos Guararapes.

A GRANDE INSPIRAÇÃO VEM DO MEU PAI, O DEPUTADO MANOEL FERREIRA. FOI COM ELE QUE APRENDI A ÉTICA, AS QUESTÕES MORAIS E MEUS PRINCÍPIOS CRISTÃOS. APRENDI COM ELE, CONVIVI COM ELE EM CASA COMO PAI E ELE COMO POLÍTICO. É UM EXEMPLO QUE EU E MEU IRMÃO ANDRÉ FERREIRA SEGUIMOS E APLICAMOS EM NOSSAS VIDAS.

MA – O Centro Cultural Miguel Arraes era um matagal que pertencia ao Departamento de Estradas e Rodagem (DER). Soube que você pediu a cessão deste espaço, transformando em uma área de lazer, cultura e de atendimento a população, o que vem dando super certo. Conte mais sobre esse projeto para nossos leitores.
AF – Este centro foi construído e inaugurado em 2012,pelo Governo Estadual, mas nunca funcionou. Inauguraram e não colocaram para funcionar. É um espaço de quase 24 mil metros quadrados, com estacionamento e ar condicionado central. Uma área belíssima, mas que estava abandonada. Quando assumimos a gestão, solicitamos a cessão daquele espaço para a prefeitura administrar.Fizemos uma reforma, colocando iluminação em LED e hoje estamos realizando vários eventos, como exposições, apresentações culturais e até o aniversário da cidade. Foi uma concessão gratuita, a prefeitura reformou, está aproveitando para eventos culturais diversos e a população ganhou uma área de lazer que não existia no município.

MA – Uma curiosidade minha sobre a orla do Jaboatão,que não possuí muitos equipamentos urbanos. Existe algum projeto para melhorar a situação da orla?
AF – Existe. O verão está aí e estamos com projetos para valorizar a orla do Jaboatão e a tornar atrativa de várias formas. Não só para o jaboatonense, mas para o turista que visita nosso município e quer ter a oportunidade de aproveitar as nossas praias.

MA – Aproveitando o gancho, vamos falar sobre Jaboatão Centro. O que a nova gestão pretende fazer por este lugar que sempre ficou à margem em gestões passadas, sem ter um gestor voltado para lá?
AF – Jaboatão Centro é a raiz, o coração do Jaboatão. Nós temos total intenção de investir e fazer a população de lá voltar a sentir orgulho de morar em Jaboatão Centro. Temos projetos na área de serviços, para cuidar que o local volte a ser revitalizado, pois está precisando. Está dentro do nosso planejamento fazer um belo trabalho e, volto a dizer, fazer o morador do Jaboatão Centro voltar a sentir orgulho de residir naquela área.

MA – Ainda sobre Jaboatão Centro, existe algum projeto voltado para o Cine Teatro Samuel Campelo?
AF – O teatro passou por uma reforma recente e está sendo utilizado. Inclusive, há pouco, tivemos um evento lá [abertura dos jogos estudantis] e fizemos [no teatro] para valorizar Jaboatão Centro. Antes, os eventos eram realizados em outros locais, como Piedade e Candeias, deixando Jaboatão Centro meio esquecido. Então, fizemos a abertura dos jogos no Samuel Campelo. Já estamos à procura de parceiros para elaborar um calendário cultural e esperamos que, num curto prazo, possamos ter uma vasta programação no teatro.

MA – Vamos falar um pouco de uma área que importa para todos nós, que é a saúde. Soube que a prefeitura lançou um aplicativo chamado “De olho na consulta”, que inclusive, recebeu um prêmio nacional. Que através dele é possível fazer acompanhamento de consultas. Qual a expectativa da prefeitura com este aplicativo,bjunto a população?
AF – Quando assumimos a prefeitura, existia uma filade espera enorme para exames especializados, como nas áreas de cardiologia, psicologia, tomografia… A determinação foi reduzir estas filas. Primeiro, fizemos um mutirão todos os dias, incluindo sábados, para adiantar estes exames específicos. Montamos toda uma estrutura no Centro Cultural Miguel Arraes e reduzimos bem este número. Atendemos a cerca de 11 mil pessoas, que tiveram suas consultas especializadas antecipadas. Gente que iria fazer o exame em novembro, dezembro, já fez sua consulta. Mas queríamos mais! Então criamos o “De olho na consulta”. O usuário do SUS vai a um posto de saúde, faz a consulta e o médico determina o tipo de exame. No apenas uma transcrição do que está na Constituição Brasileira. Não foi criado por mim e sim pelo próprio Congresso Nacional. E para qualquer parlamentar apresentar um projeto de lei onde for e seja qual o nível no legislativo, tem que estar de acordo com a Constituição. Se for diferente, o projeto passa a ser inconstitucional. Temos um foco sobre a importância da família: ela deve ser preservada e valorizada. Este estatuto, que já foi aprovado na Câmara Federal, vem para isso: para valorizar e preservar a família brasileira.

MA – Quem foram suas inspirações no começo de sua carreira política? Qual a característica mais marcante delas?
AF – A grande inspiração vem do meu pai, o deputado Manoel Ferreira. Foi com ele que aprendi a ética, as questões morais e meus princípios cristãos. Aprendi com ele, convivi com ele em casa, como pai e como político. É um exemplo que eu e meu irmão, André Ferreira, seguimos e aplicamos nas nossas vidas.

MA – Como fazer o povo brasileiro voltar a acreditar na classe política?
AF – Olhe, o mundo está mudando. Temos exemplos aí de figuras importantes da política brasileira que se achavam imunes a qualquer tipo de investigação e punição. Exemplos não faltam. E é preciso que cada um que agora queira entrar na política ou que esteja na política, siga o caminho da ética, da transparência e use a política não para si próprio, mas para o bem comum das pessoas. Usar o dinheiro público de forma correta, priorizar as ações e atender os desejos da população, e não os de grupos ou partidos políticos, como temos visto ultimamente. A fiscalização aumentou, temos um Ministério Público atuante, uma Polícia Federal atuante… e quem não andar na linha, vai ter problemas.

MA – Que nota daria para a atual situação política de Pernambuco e do Brasil
AF – Pernambuco, assim como o Brasil, vem atravessando problemas políticos, administrativos e econômicos. A nota eu não sei qual poderíamos dar. Infelizmente, pessoas que assumiram o poder e atuam na política, deram maus exemplos. Cabe a quem quer realmente fazer a mudança, assumir este compromisso e tocar adiante. Fazer tudo certo em prol da população.

MA – Anderson Ferreira por Anderson Ferreira? 
AF – Uma pessoa que tem foco, força e fé no que faz.

E É PRECISO QUE CADA UM QUE AGORA QUEIRA ENTRAR NA POLÍTICA QUE ESTEJA NA POLÍTICA SIGA O CAMINHO DA ÉTICA, DA TRANSPARÊNCIA E USE A POLÍTICA NÃO PARA SI PRÓPRIO, MAS PARA O BEM COMUM DAS PESSOAS. USAR O DINHEIRO PÚBLICO DE FORMA CORRETA, PRIORIZAR AS AÇÕES E ATENDER OS DESEJOS DA POPULAÇÃO E NÃO OS DE GRUPOS OU PARTIDOS POLÍTICOS, COMO TEMOS VISTO ULTIMAMENTE.

MA – Como é a sua rotina de trabalho? Há também espaço para um contato direto com a população?

AF – Quase que diariamente a gente vai para a rua vistoriar obras, e vem dando certo. O contato “olho no olho” com as pessoas é muito importante e isso vem tendo um resultado muito positivo. Porque ele tá vendo não só o prefeito, mas os secretários na rua. Se tem uma rua com algum problema, todos nós fazemos questão de estar lá e ouvir a reclamação da população. E aí vamos dizer o que fazer. Mas também é o seguinte: nós trabalhamos aqui com sinceridade. Se a pessoa vem fazer uma reclamação de uma rua que precisa ser calçada, mas que não está no nosso planejamento, utilizamos da sinceridade e dizer: “Olha, agora nós não vamos fazer”. Temos um planejamento, mas o nosso objetivo e alcançar todas as ruas do Jaboatão. Para que se tenha uma ideia, de janeiro para cá, mais de 500 ruas já foram recuperadas. Entre pavimentação, paralelepípedo, micro drenagem e tapa-buraco. Quando chegamos aqui, Jaboatão tinha 25% das ruas calçadas. Hoje já chegamos a 30%. Foi um trabalho preventivo que fizemos desde o início do ano e depois de passado o inverno, intensificamos o trabalho. E hoje estamos vendo resultados com as ruas em melhores condições. Tem muito o que fazer ainda, mas nossas equipes estão na rua trabalhando. Temos exemplos, como no caso da Rua Jangadeiro em Candeias, onde já apresentamos resultado. A Cel. Kleber de Andrade [também em Candeias], que teve obras iniciadas em 2013 e foram paralisadas depois das eleições municipais de 2016, pela gestão anterior. Nós retomamos estas obras, com recursos próprios e a rua está saneada e calçada. Recuperamos avenidas no Curado, Piedade, Santo Aleixo, Vila Rica. Temos procurado atacar todos estes pontos na cidade que precisavam de manutenção.

MA – Qual a importância do Estatuto da Família, um projeto de lei de sua autoria como Deputado Federal?
AF – O Estatuto da Família foi apresentado por mim com o intuito de proteger a família. Qual o objetivo? Por exemplo, se tem um caso de saúde que envolva toda a família, em vários aspectos, dê prioridade. Na educação, na justiça, no meio ambiente… É um estatuto que abrange várias vertentes, sempre com o objetivo de beneficiar a família. Foi criada toda uma polêmica em torno do estatuto por conta de um artigo da Constituição, aprovada em 1988, que estabelece como o núcleo familiar ser formado por homem e mulher. Tenho explicado sempre que este artigo é apenas uma transcrição do que está na Constituição Brasileira. Não foi criado por mim e sim pelo próprio Congresso Nacional. E para qualquer parlamentar apresentar um projeto de lei onde for e seja qual o nível no legislativo, tem que estar de acordo com a Constituição. Se for diferente, o projeto passa a ser inconstitucional. Temos um foco sobre a importância da família: ela deve ser preservada e valorizada. Este estatuto, que já foi aprovado na Câmara Federal, vem para isso: para valorizar e preservar a família brasileira.

MA – Quem foram suas inspirações no começo de sua carreira política? Qual a característica mais marcante delas?
AF – A grande inspiração vem do meu pai, o deputado Manoel Ferreira. Foi com ele que aprendi a ética, as questões morais e meus princípios cristãos. Aprendi com ele, convivi com ele em casa, como pai e como político. É um exemplo que eu e meu irmão, André Ferreira, seguimos e aplicamos nas nossas vidas.

MA – Como fazer o povo brasileiro voltar a acreditar na classe política?
AF – Olhe, o mundo está mudando. Temos exemplos aí de figuras importantes da política brasileira que se achavam imunes a qualquer tipo de investigação e punição. Exemplos não faltam. E é preciso que cada um que agora queira entrar na política ou que esteja na política, siga o caminho da ética, da transparência e use a política não para si próprio, mas para o bem comum das pessoas. Usar o dinheiro público de forma correta, priorizar as ações e atender os desejos da população, e não os de grupos ou partidos políticos, como temos visto ultimamente. A fiscalização aumentou, temos um Ministério Público atuante, uma Polícia Federal atuante… e quem não andar na linha, vai ter problemas.

MA – Que nota daria para a atual situação política de Pernambuco e do Brasil
AF – Pernambuco, assim como o Brasil, vem atravessando problemas políticos, administrativos e econômicos. A nota eu não sei qual poderíamos dar. Infelizmente, pessoas que assumiram o poder e atuam na política, deram maus exemplos. Cabe a quem quer realmente fazer a mudança, assumir este compromisso e tocar adiante. Fazer tudo certo em prol da população.

MA – Anderson Ferreira por Anderson Ferreira?
AF – Uma pessoa que tem foco, força e fé no que faz.

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